quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
MARIANA GALVÂO
Faleceu, Mariana Margarida da Conceição Galvão,dia 28/12/10 de 66 anos, vitima de doença prolongada no Hospital de Vila Franca de Xira, residente era em Vila Franca, natural de Alcáçovas.
A Família enlutada agradece a todos os que os acompanham neste doloroso momento e que se dignaram comparecer neste piedoso acto ou de outra forma lhes prestaram homenagem.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
FELIZ NATAL
TODOS NA VIDA TEMOS OS NOSSOS MOMENTOS DE INFELICIDADE, MAS TEMOS DE CONTINUAR EM FRENTE PELOS NOSSOS, POR NÓS E PELA VIDA QUE CONTÍNUA.

QUE A LUZ DO PRESÉPIO ILUMINE OS RECANTOS MAIS ESCUROS DO NOSSO CORAÇÃO E A SUA PRESENÇA NOS ENCHA DE ALEGRIA.
FELIZ NATAL. PRÓSPERO ANO NOVO
Veríssimo Grosso
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
LUIS SILVA
Faleceu, Luis Merca da Silva, de 88 anos de idade, no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Alcáçovas, dia 15/12/10.
A família enlutada agradece reconhecida a todos os que neste momento de dor lhes expressaram os seus sentidos pêsamos.
Assim como a todos que acompanharam nesta fase díficil.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
LOTA

Faleceu Joaquim José Lota, dia 13/12/10 de 78 anos, na Santa Casa da Misericórdia de Alcáçovas, natural de Torrão, residente de longa data em Alcáçovas.
A família agadece reconhecida a todos os que lhes prestaram a última homenagem.
Assim como todos os que de qualquer outra forma lhes maniestaram o seu pesar neste doloroso momento.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
FELICIANO DE CARVALHO
Faleceu o Sr. Feliciano Vicente De Carvalho, no dia que completava o seu 100º aniversário.
Natural de Santa Susana (Alcácer do Sal), veio a falecer dia 08/12/10 no lar da Santa Casa da Santa Misericórdia de Alcáçovas.
Será realizado as exéquias funebres para o cemitério de Alcácer do sal.
Os familiares agradecem reconhecidos, a todas as pessoas que lhe manifestaram o seu profundo pesar, neste doloroso momento.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Local de Cemitérios
SELECÇÃO DE LOCAIS
PARA A INSTALAÇÃO
DE CEMITÉRIOS:
INFLUÊNCIA DOS FACTORES
CLIMÁTICOS
Vimos na anterior edição deste boletim
que a inumação de cadáveres humanos
é susceptível de produzir impacto negativo
no ambiente, particularmente
sobre as águas subterrâneas. Tal impacto
decorre dos processos de decomposição
dos cadáveres e das urnas
onde são colocados pelo que, em primeiro
lugar, está relacionado com a
sua composição. Contudo, outros factores
condicionam o potencial efeito
poluente dos cemitérios nas água subterrâneas,
já que o movimento e o
comportamento geoquímico dos produtos
finais da decomposição dos materiais
dependem também das características
do substrato, nomeadamente
da porosidade e da permeabilidade do
solo, da profundidade do nível freático
e da posição do cemitério em relação
ao escoamento subterrâneo. Por outro
lado, o próprio clima exerce também
influência sobre a vulnerabilidade dos
aquíferos à contaminação das águas
subterrâneas.
Pelo que ficou dito, depreende-se que
a selecção de locais para a instalação
de cemitérios deve obedecer a um
conjunto de critérios que permitam prever
e avaliar as possíveis incidências
ambientais associadas à instalação
dessas infra-estruturas sanitárias. Entre
esses critérios, contam-se descritores
de natureza hidrológica, geológica, hidrogeológica
e climática. É sobre este
últimos – climáticos – que nos debruçaremos
na presente nota, remetendo
para futuras edições a discussão relativa
aos restantes factores.
As variáveis climáticas, em particular
a temperatura e a precipitação, constituem
importantes parâmetros a atender
na selecção de locais para a instalação
de cemitérios.
A influência da temperatura é essen
4|
boletim 21 gramascialmente notória a nível da taxa de
decomposição da matéria, já que a cinética
das reacções envolvidas é condicionada
por este parâmetro. Como é
do conhecimento geral, a temperatura
depende da latitude e, em determinados
climas, apresenta variações sazonais.
Assim, nos climas quentes das regiões
intertropicais, os cadáveres são mais
rapidamente decompostos do que em
regiões de climas frios ou temperados,
provavelmente devido à maior abundância
e actividade dos microrganismos
dos solos naqueles climas, os quais
aceleram o processo de decomposição.
Por isso, em climas quentes, o potencial
de contaminação das águas subterrâneas
poderá ser inferior ao dos climas
frios, uma vez que a decomposição
está temporalmente mais limitada. No
entanto, o impacto sobre as águas
subterrâneas pode ser de maior magnitude,
devido à concentração de poluentes
num período de tempo mais
curto.
Em climas frios, devido à menor taxa
de decomposição, este processo prolonga-
se no tempo, favorecendo a persistência
de contaminantes no solo os
quais, em condições favoráveis, poderão
atingir as águas subterrâneas.
Como tal, o potencial de contaminação
nestes climas pode ser considerado
mais elevado do que em climas mais
quentes.
Nos climas temperados, é ainda importante
referir a variação sazonal da
temperatura e os seus efeitos a nível
dos processos de decomposição. Assim,
enquanto nos meses de Inverno
as taxas de decomposição são baixas,
as temperaturas elevadas do Verão
favorecem a decomposição da matéria,
dando origem a uma maior carga poluente.
No entanto, como se disse anteriormente,
o potencial de contaminação
das águas subterrâneas está, em termos
climáticos, condicionado, não só
pela temperatura, mas também pela
precipitação e, sobretudo, pela infiltração.
De facto, a precipitação é um parâmetro
climático ainda mais importante que a
temperatura na avaliação do impacto
dos cemitérios no ambiente. A sua influência
faz-se sentir, não só a nível
da actividade microbiana, mas também
na mobilização dos produtos finais da
decomposição. A fracção da precipitação
que se infiltra num solo onde está
instalado um cemitério vai promover a
formação de um lixiviado que arrastará
microrganismos e produtos finais da
decomposição, os quais poderão atingir
as águas subterrâneas. Além disso, a
taxa de infiltração determinará variações
na profundidade do nível freático, podendo
este aproximar-se e mesmo
atingir a zona de deposição dos cadáveres,
colocando em contacto directo
as águas subterrâneas com os materiais
em decomposição. Daí resulta um forte
poder contaminante, não havendo espaço,
nem tempo para a atenuação
natural do fenómeno de contaminação.
Nestas condições, as áreas envolventes
aos cemitérios são particularmente
sensíveis aos períodos pluviosos,
já que as situações de contaminação
afectam muito rapidamente e de forma
acentuada estes locais. Aliás, durante
os períodos pluviosos, têm-se observado
aumentos significativos da carga
microbiana e de contaminantes químicos
nas águas subterrâneas. Por isso,
é fundamental que haja uma distância
adequada entre a base das sepulturas
e o nível freático. Devido à variação
sazonal da posição do nível freático,
deverá assegurar-se que tal distância
seja mantida nos períodos húmidos,
altura em que o nível freático fica mais
próximo da superfície.
Em síntese, nos climas quentes, a decomposição
dos cadáveres é rápida
mas, em igualdade dos restantes factores,
o seu potencial de contaminação
das águas subterrâneas é baixo, verificando-
se o oposto em climas frios.
Por sua vez, os climas húmidos são
favoráveis à decomposição da matéria,
sendo o seu potencial de contaminação
elevado, ocorrendo o contrário nos climas
secos.
Reportando-nos à situação climática
de Portugal continental, verifica-se uma
distribuição desigual dos parâmetros
climáticos entre os sectores norte e
sul do território. No norte predominam
as temperaturas mais baixas e, sobretudo
no sector noroeste, são registadas
as maiores precipitações anuais. Por
sua vez, o sul, em particular a região
alentejana, pode caracterizar-se por
um clima semi-árido, com precipitação
baixa e temperatura relativamente elevada.
Como tal, pode considerar-se
que, em termos climáticos, o norte do
território continental apresenta uma
maior vulnerabilidade à poluição das
águas subterrâneas e, por isso, na selecção
de locais para a instalação de
cemitérios nesta área, deverá atender-
se a este elevado potencial de
contaminação.
Prof. Dr. Alberto da Silva Lima
Departamento de Ciências da Terra
Universidade do Minho
domingo, 21 de novembro de 2010
FRANCISCO CABECINHA
Faleceu, FRANCISCO MARIA LOURO CABECINHA, de 71 anos, vitima de doença prolongada, dia 21/11/2010, na sua residência em Èvora.
Sua Esposa, Filha, Genro e restante Família, agracece reconhecida todo o apoio que lhes foi prestado a quando da perda de seu familiar, a todas as pessoas de suas relações de amizade que se dignaram a comparecer, bem como áqueles que, de qualquer forma, lhes manisfestaram o seu profundo pesar.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
BRAÚLIO
Faleceu Sre. BRAÚLIO AUGUSTO CURTO VIDASINHA, de 78 anos de idade, no Lar da Santa Casa da Misericórdia, dia 19/11/10,
Para toda a Família Enlutada os mais Sinceros Pêsames.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
DILAR
FALECEU UMA DAS PESSOAS MAIS CONHECIDA DE ALCÁÇOVAS, NO LAR DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA, DILAR DE JESUS GALROTE, DE 73 ANOS DE IDADE, NO DIA 17/11/2010.
PARA TODA A FAMÍLIA ENLUTADA AS MAIS CINCERAS CONDULÊNCIAS
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
LUIS BATISTA
Faleceu LUIS ANTÓNIO DE CARVALHO BATISTA de 89 anos dia 07/11/10 no lar da Santa Casa da Misericórdia de Alcáçovas, o funeral realiza-se dia 08/11 pelas 14 horas para o cemitério de Alcáçovas.
A todos os familiares enlutados as mais cinceras condulências.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
ESPERANÇA PISCO
Faleceu Dª ESPERANÇA CAMARRO PISCO
(Sra. ESPERANÇA CARLOTA)
No Hospital de Évora dia 03/11/2010 com 86 anos de idade.
O funeral realiza-se dia 05/11, às 9,00 horas da Igreja da Misericórdia
para o cemitério de Alcáçovas.
Aos familiares enlutados as mais cinceras condulências
terça-feira, 2 de novembro de 2010
ANTÓNIO GOMES
Faleceu ANTÓNIO MANUEL TORRES GOMES
(RIQUITUM)
Dia 02/11/10 no Hospital de Évora de doença prolongada com 82 anos de idade, a toda a família enlutada as mais sinceras condulências.
Funeral realiza-se dia 03/11 pelas 11 horas para o cemitério de Alcáçovas.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
AINDA HÁ CARPIDEIRAS
Espanha resgata tradição de mulheres pagas para chorar em enterros
04/11/2009 por psicosaber
Um ofício da Idade Média extinto há dois séculos está sendo resgatado na Espanha para salvar a economia de muitas donas-de-casa em tempos de crise. Com a condescendência de sacerdotes católicos de paróquias rurais, estão de volta as carpideiras, mulheres que recebem dinheiro para rezar e chorar por mortos desconhecidos.
A tradição europeia das carpideiras, que atuam em dias de Finados, enterros, missas e datas como aniversários de mortes, foi proibida no século 18. No entanto, com a crise econômica mundial, parte do clero espanhol decidiu ser mais flexível, permitindo que as famílias consigam um dinheiro extra.
“Não se trata de mudar a lei, nem desobedecer à Igreja Católica, mas, se pudermos entre todos dar uma mãozinha a quem precisa, é um ato de caridade cristã”, disse à BBC Brasil o padre Antonio Pérez, responsável pela paróquia de Campanário, em Bajadoz (oeste da Espanha).
Na paróquia de Nossa Senhora de Assunção em Campanário, o serviço de carpideiras vem sendo anunciado durante as missas nos últimos três meses.
O sacerdote não só informa aos fiéis sobre o serviço como ainda avisa as “rezadeiras choronas e gemedeiras” (como são conhecidas as carpideiras) quando algum dos 5 mil habitantes da cidade está doente e em risco de morte.
Para rezar e chorar por um morto desconhecido, as mulheres recebem entre 20 e 30 euros (cerca de R$ 60 a R$ 90) por dia.
Em datas como o feriado de Finados, o trabalho inclui ir ao cemitério, lustrar a lápide, trocar as flores, rezar e recitar salmos pelo morto.
Vocação
“O que eu faço é por vocação. Rezar, rezo todos os dias. O dinheiro, não vou dizer que não ajuda agora que a coisa está como está”, conta Facunda Santiestéban, de 64 anos, estreando no ofício de carpideira profissional em 2009.
Facunda afirma que, por sua presença constante nas missas, muitas pessoas lhe pediam orações e pagavam com presentes.
“O padre conversou comigo e passou a entrar um dinheiro que não dá para muito, porque para ficar rica tinha que morrer uns sete por dia, mas ajuda a pagar algumas contas”, diz a carpideira à BBC Brasil.
Ao contrário das profissionais da Europa medieval que gemiam alto, chegando a rasgar parte das roupas, davam socos no peito e até arrancavam fios de cabelo durante as atuações nas missas e funerais, as novas carpideiras do século 21 são discretas e rezam em silêncio.
Foi por estas encenações, consideradas escandalosas pelo Vaticano, que o ofício passou a ser perseguido a partir do século 13, até a proibição no século 18.
A Igreja Católica ameaçou de excomunhão a quem continuasse chorando e gemendo alto por um morto desconhecido em troca de dinheiro, também porque as atuações assustavam os fiéis e incomodavam os sacerdotes que tinham de gritar para ser escutados durante as cerimônias.
Descontos
Apesar da proibição, em algumas cidades rurais de províncias espanholas como Extremadura, Galícia e Canárias, o ofício se manteve escondido das autoridades eclesiásticas de Roma.
Ángela Díez Compostrana, de 63 anos, é carpideira profissional desde os 21 na cidade de Casar de Cáceres. O trabalho dela vai da oração de salmos e acender velas até cuidar de trâmites legais e documentos do morto para a família.
“Tem gente que não pode ou não quer fazer essas coisas. Tem famílias que saíram da aldeia e custa trabalho vir aqui para isso. Então faço minha parte e ainda uso minha fé para ajudar essa alma a estar em paz”, argumenta Ángela à BBC Brasil.
“Com a crise, o serviço aumentou um pouquinho. Algumas famílias deixaram de vir, porque viajar sai mais caro do que me chamar. Mas também me pediram descontos. Até por 10 euros (R$ 30) trabalhei, porque está apertado para todo mundo.”
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091102_choradeiras_ai_ac.shtml
verissimo grosso
A tradição europeia das carpideiras, que atuam em dias de Finados, enterros, missas e datas como aniversários de mortes, foi proibida no século 18. No entanto, com a crise econômica mundial, parte do clero espanhol decidiu ser mais flexível, permitindo que as famílias consigam um dinheiro extra.
“Não se trata de mudar a lei, nem desobedecer à Igreja Católica, mas, se pudermos entre todos dar uma mãozinha a quem precisa, é um ato de caridade cristã”, disse à BBC Brasil o padre Antonio Pérez, responsável pela paróquia de Campanário, em Bajadoz (oeste da Espanha).
Na paróquia de Nossa Senhora de Assunção em Campanário, o serviço de carpideiras vem sendo anunciado durante as missas nos últimos três meses.
O sacerdote não só informa aos fiéis sobre o serviço como ainda avisa as “rezadeiras choronas e gemedeiras” (como são conhecidas as carpideiras) quando algum dos 5 mil habitantes da cidade está doente e em risco de morte.
Para rezar e chorar por um morto desconhecido, as mulheres recebem entre 20 e 30 euros (cerca de R$ 60 a R$ 90) por dia.
Em datas como o feriado de Finados, o trabalho inclui ir ao cemitério, lustrar a lápide, trocar as flores, rezar e recitar salmos pelo morto.
Vocação
“O que eu faço é por vocação. Rezar, rezo todos os dias. O dinheiro, não vou dizer que não ajuda agora que a coisa está como está”, conta Facunda Santiestéban, de 64 anos, estreando no ofício de carpideira profissional em 2009.
Facunda afirma que, por sua presença constante nas missas, muitas pessoas lhe pediam orações e pagavam com presentes.
“O padre conversou comigo e passou a entrar um dinheiro que não dá para muito, porque para ficar rica tinha que morrer uns sete por dia, mas ajuda a pagar algumas contas”, diz a carpideira à BBC Brasil.
Ao contrário das profissionais da Europa medieval que gemiam alto, chegando a rasgar parte das roupas, davam socos no peito e até arrancavam fios de cabelo durante as atuações nas missas e funerais, as novas carpideiras do século 21 são discretas e rezam em silêncio.
Foi por estas encenações, consideradas escandalosas pelo Vaticano, que o ofício passou a ser perseguido a partir do século 13, até a proibição no século 18.
A Igreja Católica ameaçou de excomunhão a quem continuasse chorando e gemendo alto por um morto desconhecido em troca de dinheiro, também porque as atuações assustavam os fiéis e incomodavam os sacerdotes que tinham de gritar para ser escutados durante as cerimônias.
Descontos
Apesar da proibição, em algumas cidades rurais de províncias espanholas como Extremadura, Galícia e Canárias, o ofício se manteve escondido das autoridades eclesiásticas de Roma.
Ángela Díez Compostrana, de 63 anos, é carpideira profissional desde os 21 na cidade de Casar de Cáceres. O trabalho dela vai da oração de salmos e acender velas até cuidar de trâmites legais e documentos do morto para a família.
“Tem gente que não pode ou não quer fazer essas coisas. Tem famílias que saíram da aldeia e custa trabalho vir aqui para isso. Então faço minha parte e ainda uso minha fé para ajudar essa alma a estar em paz”, argumenta Ángela à BBC Brasil.
“Com a crise, o serviço aumentou um pouquinho. Algumas famílias deixaram de vir, porque viajar sai mais caro do que me chamar. Mas também me pediram descontos. Até por 10 euros (R$ 30) trabalhei, porque está apertado para todo mundo.”
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091102_choradeiras_ai_ac.shtml
verissimo grosso
DIA DE FINADOS
Dia de Finados
![]() Crédito: Roosevel Pinheiro/ABr |
Durante muito tempo os cristãos não se relacionavam com os mortos. Eles acreditavam que a ressurreição do corpo aconteceria apenas no dia de juízo final para toda a humanidade e rejeitavam qualquer doutrina que implicasse em imortalidade da alma. Com a fusão da Igreja cristã ao Estado romano, os cristãos acabaram por adotar alguns costumes e crenças de vários povos, entre eles o de rezar e se comunicar com os seus antepassados mortos junto aos túmulos.
![]() Os crisâtemos são as flores que os brasileiros preferem para homenagear seus entes queridos. Essas flores representam o sol e a chuva, a vida e a morte e podem ser amarelas, brancas ou vermelhas. Um vaso de crisântemos custa em torno de R$ 10. |
O Dia de Finados foi instituído mesmo no século 10, por Santo Odílio, abade beneditino de Cluny, na França, para os mosteiros de sua ordem especificamente, até que, no século 11 a igreja católica universalizou a data, através dos papas Silvestre II, João XVIII e Leão IX, que obrigaram a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Já a data 2 de novembro foi institucionalizada a partir do século 13.
Para os católicos, dizer que quando uma pessoa morre tudo acabou não é verdade. Os católicos crêem que o testemunho de vida daquele que morreu fica como luz acesa no coração de quem continua a peregrinação. Para tanto, eles acendem velas no Dia de Finados, buscando celebrar e perpetuar a luz do falecido. |
No Brasil e na grande maioria dos países, a celebração de Finados tem início na semana anterior, quando as pessoas vão até os cemitérios limpar as sepulturas. No Dia de Finados, também conhecido como Dia dos Mortos, as pessoas vão aos cemitérios levar flores, acender velas e rezar pelos seus entes queridos que já faleceram. Alguns também mandam rezar missas em nome dos falecidos.
Apesar do significado de celebrar a vida eterna em outro plano, o Dia de Finados não deixa de ter um tom melancólico - afinal, muitos voltam a sentir a dor da perda de seus entes queridos e a saudade com a distância.

Imagem cedida pela Agência Brasil
Crédito:Valter Campanato/ABr
Assim, no dia 1º de novembro chegam as crianças que já morreram. Para elas é feito um altar com muitas velas que servem para iluminar o seu caminho de volta a Terra. Além disso, são colocados doces e brinquedos nos altares. No dia 2 de novembro, chegam os adultos. Para ter a certeza de que encontrarão o caminho do cemitério para as suas casas, são espalhadas pétalas de flores e velas pelas ruas. No altar preparado pela família, o morto encontrará as oferendas feitas pelos seus parentes, com os seus pratos favoritos em vida.
Não existe uma explicação racional, mas na grande maioria das ocasiões, chove no Dia de Finados! Diz a lenda que... "chove nesse dia porque toda a tristeza das pessoas que perderam um ente querido sobe ao céu e desce em forma de chuva para lavar toda a mágoa de quem ficou”. |
Diferenças à parte, tanto no México quanto nos demais países a celebração do Dia de Finados, além do seu caráter espiritual, traz ainda um lucro enorme para a economia informal. Quem realmente aproveita a data são os proprietários de floriculturas, que obtém até mesmo licença de suas prefeituras para montar barracas em frente aos cemitérios. Além das floriculturas, outros comerciantes também lucram com a data, como os carrinhos de lanches, as pessoas que limpam os túmulos, os vendedores de santinhos, terços e velas, e até mesmo os vendedores ambulantes de flores que ficam próximos aos cemitérios.
Quando morre uma pessoa, todas as portas devem ser abertas para a alma sair. Fecham-se porém os fundos da casa. A alma deve sair pela frente. • Não se deve chorar a morte de um anjinho, pois as lágrimas molharão as suas asas e ele não alcançará o céu. • Quando a pessoa tem um tremor, é porque a morte passou por perto dela. Deve-se bater na pessoa que está próxima e dizer: Sai morte, que estou bem forte. • Acender os cigarros de três pessoas com o mesmo fósforo provoca a morte da terceira pessoa. Outra versão: morrerá a mais jovem das três. • Quando várias pessoas estão conversando e param repentinamente significa que algum padre morreu. • Quem come a última bolacha do pacote morre solteiro. • Não se deve trazer terra do cemitério quando se volta de um enterro, pois ela traz a morte para a casa. • Quando passa um enterro, não se deve atravessar o acompanhamento, pois isso traz a morte. Bom é acompanhar o enterro. |
VERÍSSIMO GROSSO
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
AUGUSTO BATISTA
Faleceu AUGUSTO MARTINS BATISTA, dia 11/10/10 utente do LAR DA SANTA CASA DE ALCÁÇOVAS, de 82 anos de idade, sepultado no cemitério de Alcáçovas,residente foi em Faralhão, pra toda a família enlutada as mais sinceras condulências.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
ÓBITO TIA MARIA
FALECEU Dª MARIA DO PATROCÍNIO MURCHO NO HOSPITAL DE ÉVORA DIA 04/10/10, VIÚVA DO BARRELA OU MANO, CONTAVA COM 93 ANOS,PARA TODA A FAMÍLIA ENLUTADA OS MAIS SINCEROS PÊSAMES.
TODOS NOS LEMBRAMOS DOS PETISCOS NA TABERNA DO MANO FEITOS PELA TIA MARIA.
sábado, 25 de setembro de 2010
ÓBITO 2
Faleceu Dª ESPERANÇA AMARANTE CHARRUA SOEIRO, dia 25/09/10, no Hospital de Setúbal,de 64 anos, natural de Alcáçovas, para toda a família enlutada as mais sinceras condulências.
ÓBITO
Faleceu MANUEL ANTÓNIO GROSSO, dia 25/09/10 no Hospital de Èvora, de 64 anos, natural de Alcáçovas.
Para toda a fámília enlutada as mais sinceras condolências.
Para toda a fámília enlutada as mais sinceras condolências.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
FALECEU
Faleceu dia 22/09/10 no Hospital do Parocínio em Èvora Dª FLORA CONCEIÇÃO COSTA BAIA BAIA, de 98 anos natural de Sines, foi inumada no cemitério de Sines no jazigo de família.
Mãe de Dª MARIA MANUELA PISCO e de Dª MARIA JOSÉ BRANCO, sogra do nosso conhecido e amigo Sr. ADRIANO PISCO, para toda a família enlutada as mais sinceras condolências.
Mãe de Dª MARIA MANUELA PISCO e de Dª MARIA JOSÉ BRANCO, sogra do nosso conhecido e amigo Sr. ADRIANO PISCO, para toda a família enlutada as mais sinceras condolências.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL
1º (Legalidade)
A actividade funerária deverá ser exercida no mais estrito respeito pelas disposições legais em vigor, devendo os responsáveis de cada empresa pugnar pelo cumprimento pontual das disposições legais e deontológicas vigente por parte de todos os seus funcionários e colaboradores.
2º (Respeito)
Toda a actividade funerária deverá pautar-se pelo respeito à dignidade da pessoa humana, aos seus sentimentos e convicções, ao interesse social e à defesa da saúde pública.
3º (Discrição)
A actividade funerária deverá ser exercida com zelo e discrição, em respeito pela lei e pelos bons costumes, na defesa dos interesses legítimos dos clientes.
4º (Honestidade)
A actividade funerária deverá ser exercida com honestidade, devendo os respectivos profissionais abster-se de obter vantagens ilegítimas resultante da confiança neles depositada, da falta de conhecimentos ou experiência, credulidade ou fragilidade emocional dos contraentes.
5º (Sigilo Profissional)
Nos termos legalmente previstos a actividade funerária deverá ser exercida em rigoroso respeito pelo sigilo relativamente a todas as condições dos serviços prestados, salvo instruções do cliente em contrário ou intimação judicial.
6º(Cordialidade)
Os profissionais funerários deverão abster-se de propalar informações negativas relacionadas com o exercício da actividade por empresas congéneres, devendo, sempre que detecta alguma irregularidade, actuar com discrição e procurar mediar os conflitos através das instituições do sector.
7º(Colaboração)
As empresas funerárias não devem negar-se a prestar apoio técnico e operacional a empresas congéneres, instituições públicas ou privadas, nomeadamente em situações de calamidade pública, sem prejuíso da adequada remuneração dos serviços de acordo com a tabela em vigor.
8º (Actos de Tanotopraxia)
As empresas funérárias deverão assegurar-se que só serão actos de tanotopraxia e de tanatoestética quando devidamente autorizados por quem tiver legitimidade para o efeito, após a emissão de certificado de óbito e através de profissional habilitado para o efeito.
9º (Idoneidade)
As empresas funerárias deverão oferecer produtos e serviços de acordo com as exigências, técnicas e legais e operacionais adequadas, em conformidade com o poder aquisitivo do adquirente, devendo igualmente fornecer todas as especificações necessárias á aferição dos mesmos.
10º (Qualidade e Adequação)
As empresas funerárias deverão pugnar pela boa qualidade dos produtos e serviços por si oferecidos bem pela correcta adequação dos seus meios técnicos, humanos e operacionais ás necessidades e espeficidades dos serviços prestados.
11º (Transparência)
As empresas funerárias deverão dar aos clientes informações claras e precisas sobre preços e demais condições dos serviços prestados, pugnando pela boa organização e detalhe das suas tabelas de preços, em cumprimento das normas legais em vigor, bem como pela sua correcta e rigorosa aplicação.
Por: Associação Nacional de Empresas Lutuosas
A actividade funerária deverá ser exercida no mais estrito respeito pelas disposições legais em vigor, devendo os responsáveis de cada empresa pugnar pelo cumprimento pontual das disposições legais e deontológicas vigente por parte de todos os seus funcionários e colaboradores.
2º (Respeito)
Toda a actividade funerária deverá pautar-se pelo respeito à dignidade da pessoa humana, aos seus sentimentos e convicções, ao interesse social e à defesa da saúde pública.
3º (Discrição)
A actividade funerária deverá ser exercida com zelo e discrição, em respeito pela lei e pelos bons costumes, na defesa dos interesses legítimos dos clientes.
4º (Honestidade)
A actividade funerária deverá ser exercida com honestidade, devendo os respectivos profissionais abster-se de obter vantagens ilegítimas resultante da confiança neles depositada, da falta de conhecimentos ou experiência, credulidade ou fragilidade emocional dos contraentes.
5º (Sigilo Profissional)
Nos termos legalmente previstos a actividade funerária deverá ser exercida em rigoroso respeito pelo sigilo relativamente a todas as condições dos serviços prestados, salvo instruções do cliente em contrário ou intimação judicial.
6º(Cordialidade)
Os profissionais funerários deverão abster-se de propalar informações negativas relacionadas com o exercício da actividade por empresas congéneres, devendo, sempre que detecta alguma irregularidade, actuar com discrição e procurar mediar os conflitos através das instituições do sector.
7º(Colaboração)
As empresas funerárias não devem negar-se a prestar apoio técnico e operacional a empresas congéneres, instituições públicas ou privadas, nomeadamente em situações de calamidade pública, sem prejuíso da adequada remuneração dos serviços de acordo com a tabela em vigor.
8º (Actos de Tanotopraxia)
As empresas funérárias deverão assegurar-se que só serão actos de tanotopraxia e de tanatoestética quando devidamente autorizados por quem tiver legitimidade para o efeito, após a emissão de certificado de óbito e através de profissional habilitado para o efeito.
9º (Idoneidade)
As empresas funerárias deverão oferecer produtos e serviços de acordo com as exigências, técnicas e legais e operacionais adequadas, em conformidade com o poder aquisitivo do adquirente, devendo igualmente fornecer todas as especificações necessárias á aferição dos mesmos.
10º (Qualidade e Adequação)
As empresas funerárias deverão pugnar pela boa qualidade dos produtos e serviços por si oferecidos bem pela correcta adequação dos seus meios técnicos, humanos e operacionais ás necessidades e espeficidades dos serviços prestados.
11º (Transparência)
As empresas funerárias deverão dar aos clientes informações claras e precisas sobre preços e demais condições dos serviços prestados, pugnando pela boa organização e detalhe das suas tabelas de preços, em cumprimento das normas legais em vigor, bem como pela sua correcta e rigorosa aplicação.
Por: Associação Nacional de Empresas Lutuosas
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
DÚVIDAS ?????? meu,,,,,,,,faleceu que fazer?
CASO QUEIRAM INFORMAÇÕES SOBRE O QUE SE DEVE TRATAR E COMO, DEPOIS DA OCORRÊNCIA DO FALECIMENTO DE UM FAMILIAR, PODEM EXPOR O ASSUNTO QUE TENTAREI INFORMAR, ATENÇÃO SÓ RESPONDEREI SE DEVIDAMENTE IDENTIFICADO.
VERÍSSIMO GROSSO
VERÍSSIMO GROSSO
domingo, 22 de agosto de 2010
FALTAS---FALECIMENTO DE FAMILIAR
O trabalhador pode faltar, JUSTIFICADAMENTE no máximo de dias executivos.
3º GRAU-----------
BISAVÔ/BISAVÓ-------
do próprio ou do cônjuje
2 dias
2º GRAU-----------
AVÔ/AVÓ---------- LINHA RECTA (Ascendentes)
do próprio ou do cônjuje
2 dias
1º GRAU-----------
PAI /MÃE----------
SOGRO/SOGRA--------
PADRASTO/MADRASTA---
5 dias
______________________________________________________________________________________ -------------------------------- CÔNJUJE 5 DIAS
TRABALHADOR
--------------------------------PESSOAS QUE VIVAM EM UNIÃO DE FACTO OU EM
ECONOMIA COMUM COM O TRABALHADOR. 5 DIAS
___________________________________________________________________________
1º GRAU------------
FILHO/FILHA---------
ENTEADO/ENTEADA----
GENRO/NORA---------
5 dias
2º GRAU-------------
NETO/NETA-----------LINHA RECTA (Descendentes)
do próprio ou do cônjuje
2 dias
3º GRAU------------
BISNETO/BISNETA------
do próprio ou do cônjuje
2 dias
___________________________________________________________________________________
2º GRAU--------------
IRMÃO/IRMÃ-----------
CUNHADO/CUNHADA---
2 dias
3º GRAU-------------
TIO/TIA--------------LINHA COLATERAL
SOBRINHOS-----------
nada
4 º GRAU-------------
PRIMOS--------------
nada
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CASAMENTO
15 dias
3º GRAU-----------
BISAVÔ/BISAVÓ-------
do próprio ou do cônjuje
2 dias
2º GRAU-----------
AVÔ/AVÓ---------- LINHA RECTA (Ascendentes)
do próprio ou do cônjuje
2 dias
1º GRAU-----------
PAI /MÃE----------
SOGRO/SOGRA--------
PADRASTO/MADRASTA---
5 dias
______________________________________________________________________________________ -------------------------------- CÔNJUJE 5 DIAS
TRABALHADOR
--------------------------------PESSOAS QUE VIVAM EM UNIÃO DE FACTO OU EM
ECONOMIA COMUM COM O TRABALHADOR. 5 DIAS
___________________________________________________________________________
1º GRAU------------
FILHO/FILHA---------
ENTEADO/ENTEADA----
GENRO/NORA---------
5 dias
2º GRAU-------------
NETO/NETA-----------LINHA RECTA (Descendentes)
do próprio ou do cônjuje
2 dias
3º GRAU------------
BISNETO/BISNETA------
do próprio ou do cônjuje
2 dias
___________________________________________________________________________________
2º GRAU--------------
IRMÃO/IRMÃ-----------
CUNHADO/CUNHADA---
2 dias
3º GRAU-------------
TIO/TIA--------------LINHA COLATERAL
SOBRINHOS-----------
nada
4 º GRAU-------------
PRIMOS--------------
nada
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CASAMENTO
15 dias
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Aquando da ocorrência de um óbito, os familiares mais próximos e os amigos íntimos deverão ser avisados por telefone, ou por outro tipo de mensagem rápida, na impossibilidade de conctato. simultaneamente inicia-se o cumprimento das obrigações de carácter legal e, se o óbito ocorreu no domícilio, deverá ser conctatado o médico de família, para confirmação e passagem do competente "certificado de óbito". Durante este impasse,deverão os familiares mais próximos chegarem a contento ou procurarem se o defunto deixou por escrito ou verbalmente instruções do seu próprio funeral. Após a confirmação, dentro do possível desejos e vontades, conctata-se a agência funerária para proceder de acordo com o processado e as leis em vigor, orientar e organizar as cerimónias fúnebres.
Ao termos conhecimento da morte de alguém, devemos tomar em conta o tipo de relação que se mantinha com o extinto. Se não puder estar presente em nenhum dos actos fúnebres, deve-se enviar os sentidos pêsames expressado num cartão de visita, exprimindo os mesmos.Frases que podem ser usadas:
.... apresenta os mais sentidos pêsames;
.... está solidário neste momento de profunda dor;
.... envia a V.Ex.ª e a toda família a expressão do mais sentido pesar;
Caso se opte por uma peça floral deverá ser acompanhado de um cartão de visita.
Se não for intímo da família, não coloque flores em cima da urna.
Ao cumprimentar a família enlutada, seja breve, evite maçar as pessoas.
O vestuário de luto não sendo obrigatório, não significa que qualquer tipo de roupa seja usada nestas ocasiões. Não querendo usar o preto, poderá ser escolhida uma peça de cor escura, de corte clássico, sem grandes decotes, ou padrões excessivos, sem ombros descobertos ou uma saia demasiado curta.
Aos homens, gravata escura é quanto basta para demonstrar pesar e respeito pelo sofrimento da família. Não se usam joias num funeral, nem uma maquilhagem festiva, os sapatos deverão ser de salto baixo ou médio e não muito abertos. Se preferir usar acessórios como luvas,deverão ser pretas ou escvras. Os telemóveis não se levam para as cerimónias fúnebres, mas caso tenha necessidade de comunicação, deverá ser mantido em silêncio.
Se for a um funeralmais por consideração, educação ou por apresentação do que propriamente por intimidade, respeite local e acima de tudo, aqueles que sofrem, não fale alto e sobretudo, não mantenha conversas com outras pessoas que dêem azo a risos.É preferível não comparecer e mostrar respeito de outro modo. A família do extinto deverá agadecer no prazo de trinta dias após, ás pessoas que enviaram flores e condolências, ou assistiram ás cerimónias. Já não se usa o subrescrito, a folha de carta ou o próprio cartão de luto, mas sim um cartão de visita escrito á mãoou impresso com agrdecimentos.Os agrdecimentos podem ser também publicados num jornal, em espaço pequeno e discreto.
Se pretende vestir luto, saiba que:
-Pelo marido ou mulher, é de um ano;
- Por pais, filhos, avós, bisavôs netos ou bisnetos e sogros é de seis meses;
- Por tios, sobrinhos e primos co-irmão é de dois meses;
- Por qualquer outro parente, é de quinze dias;
Não é obrigatório tomar luto por uma criança. A idade de excepção para o luto de uma criança, é o de sete anos, por ser considerada a "idade da razão".
A IMAGEM QUE SE DÁ DE NÓS É O SINAL DO RESPEITO QUE DESEJAMOS ESTABELECER.
Publicação Arte Funer
Ao termos conhecimento da morte de alguém, devemos tomar em conta o tipo de relação que se mantinha com o extinto. Se não puder estar presente em nenhum dos actos fúnebres, deve-se enviar os sentidos pêsames expressado num cartão de visita, exprimindo os mesmos.Frases que podem ser usadas:
.... apresenta os mais sentidos pêsames;
.... está solidário neste momento de profunda dor;
.... envia a V.Ex.ª e a toda família a expressão do mais sentido pesar;
Caso se opte por uma peça floral deverá ser acompanhado de um cartão de visita.
Se não for intímo da família, não coloque flores em cima da urna.
Ao cumprimentar a família enlutada, seja breve, evite maçar as pessoas.
O vestuário de luto não sendo obrigatório, não significa que qualquer tipo de roupa seja usada nestas ocasiões. Não querendo usar o preto, poderá ser escolhida uma peça de cor escura, de corte clássico, sem grandes decotes, ou padrões excessivos, sem ombros descobertos ou uma saia demasiado curta.
Aos homens, gravata escura é quanto basta para demonstrar pesar e respeito pelo sofrimento da família. Não se usam joias num funeral, nem uma maquilhagem festiva, os sapatos deverão ser de salto baixo ou médio e não muito abertos. Se preferir usar acessórios como luvas,deverão ser pretas ou escvras. Os telemóveis não se levam para as cerimónias fúnebres, mas caso tenha necessidade de comunicação, deverá ser mantido em silêncio.
Se for a um funeralmais por consideração, educação ou por apresentação do que propriamente por intimidade, respeite local e acima de tudo, aqueles que sofrem, não fale alto e sobretudo, não mantenha conversas com outras pessoas que dêem azo a risos.É preferível não comparecer e mostrar respeito de outro modo. A família do extinto deverá agadecer no prazo de trinta dias após, ás pessoas que enviaram flores e condolências, ou assistiram ás cerimónias. Já não se usa o subrescrito, a folha de carta ou o próprio cartão de luto, mas sim um cartão de visita escrito á mãoou impresso com agrdecimentos.Os agrdecimentos podem ser também publicados num jornal, em espaço pequeno e discreto.
Se pretende vestir luto, saiba que:
-Pelo marido ou mulher, é de um ano;
- Por pais, filhos, avós, bisavôs netos ou bisnetos e sogros é de seis meses;
- Por tios, sobrinhos e primos co-irmão é de dois meses;
- Por qualquer outro parente, é de quinze dias;
Não é obrigatório tomar luto por uma criança. A idade de excepção para o luto de uma criança, é o de sete anos, por ser considerada a "idade da razão".
A IMAGEM QUE SE DÁ DE NÓS É O SINAL DO RESPEITO QUE DESEJAMOS ESTABELECER.
Publicação Arte Funer
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